Legado alvinegro

De geração em geração, Marcus Rangel fala sobre a herança alvinegra que sua família
mantém viva até hoje.

Como começou a tradição santista na sua família?

Começou com meu bisavô, quando ele viu o Santos do Pelé jogar ficou encantado e ele passou pro meu vô, que passou pro meu pai, que passou pra mim.

Qual é a primeira lembrança que você tem de ir a um jogo?

Fui a primeira vez em 2013, era um jogo pelo Paulistão. Eu fui com meu pai e lembro de entrar no estádio e ver a Vila lotada. Era difícil ir nos jogos, já que eu moro longe de Santos. Mas também fui aqui em Ribeirão, no jogo do Santos contra o Botafogo pela Copa do Brasil em 2023, lembro que foi 2 a 0, o Marcos Leonardo e o Lucas Lima marcaram gols.

Qual foi o momento mais marcante que você já viveu como torcedor?

Com certeza, a final da Libertadores de 2011. Eu era criança, mas foi o maior título que eu vi do Santos, espero ainda ver outra libertadores, e quem sabe até um mundial. Mas tá difícil de acreditar com o time hoje em dia. (risos)

Qual seu maior ídolo do Santos?

Dos jogadores que ainda estão no time, com certeza é o Neymar, deu pra gente a terceira libertadores, fora a copa do Brasil. Mas eu também fui muito fã do Ganso, curtia muito o estilo de jogo dele. Fiquei decepcionado quando ele saiu, ainda mais pra um time rival. E o Elano, esse eu gostava muito, quando vi que ele iria voltar pro Santos fiquei muito contente, e ele ainda participou do título da libertadores de 2011.

O que Santos tem de diferente dos outros clubes?

Os ídolos, principalmente da era do Pelé, com Zinho, Pepe, e fora a base que está sempre revelando algum jogador que vai parar em time grande na Europa, como o Rodrygo hoje, e nos últimos anos tem surgido algum menino da base para ajudar o time quando ta em algum momento ruim. Que têm sido muitos ultimamente, né?

Já houve alguém na família que torceu para outro time?

A minha vó, por parte de mãe, é corintiana, eu tenho um tio e um primo que torcem pro São Paulo, e um outro primo palmeirense.

Pretende passar essa paixão adiante?

Com certeza, apesar do momento do time ser muito ruim, pretendo sim. Se meus futuros
filhos forem torcer pra um time, tem que ser o Santos, se forem Palmeiras, Corinthians ou
São Paulo não vão entrar em casa. (risos)

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