Quem tem uma fonte de renda, provavelmente já pensou em investir. Geralmente, o foco de quem trata sobre o assunto recai sobre como ter melhores rendimentos, melhores ativos para colocar seu dinheiro e quais pagam mais. Contudo, um detalhe, por vezes, passa despercebido: isso tem um custo. As aplicações resultam em retorno da quantia investida, porém, com a ação de impostos e taxas.
A principal diferença reside no fato dos impostos serem cobrados pelo governo e as taxas pelas instituições financeiras. Os dois principais tributos são o Imposto sobre Operação Financeira – IOF e o Imposto de Renda – IR. Eles são aplicados sobre os rendimentos obtidos, não sobre a quantia investida e seguem uma escala decrescente de 93% a 3% ao longo do tempo. Então, quanto maior a espera, menor a tributação.
Já as taxas, mudam de banco para banco, por exemplo, mas podem ser divididas em alguns grupos base: de administração, de custódia, de corretagem, de comissões e de carregamento. Se você quer saber mais sobre esse assunto, comente no post “quero saber mais” e aprofundarei o tema no próximo conteúdo.
Pra fazer a conta certa, você pode ter o apoio do seu perfil de investidor. Se você não sabe como ele funciona e porque conhecer o seu traz vantagens, se liga no segundo episódio do podcast inve$t certo.



